Lançamento Internacional na Bienal

Ansiedade! Euforia! Gratidão! É uma mistura de emoções e sentimentos que me envolvem neste momento único!

Estar participando de um evento deste tamanho e importância nunca havia passado pelos meus pensamentos, mas vejam só, estarei lá e com muita alegria!

Portanto, quem estiver em São Paulo, passe lá no estande da Scortecci, vamos conversar, tirar uma foto, enfim…

 

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Obrigado sempre à minha família e aos meus amigos pelo apoio!

Obrigado Editora Scortecci pela oportunidade!

Obrigado Bienal Internacional do Livro por existir!

E que venham muitas outras Bienais, outros lançamentos, livros e leitores!

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Dia Nacional do Trovador

“O trovador faz trova

e uma bela canção.

Já eu, se posto a prova

fico na boa intenção!”

Anderson Hoch Martins

 

De tradição medieval, rápida de ler e fácil de gravar, a trova é uma manifestação literária europeia formada por um poema em quadra, com uma estrofe dividida em quatro versos e rimas alternadas. No Brasil, o Dia do Trovador é comemorado em 18 de julho, data de nascimento do poeta carioca Luiz Otávio, pseudônimo literário de Gilson de Castro, que na verdade tinha uma profissão bem distante da poesia: ele era um dos mais renomados cirurgiões-dentistas do país, mesmo assim, foi um dos principais difusores do gênero no país. Em 1966, Luiz Otávio fundou a União Brasileira de Trovadores – UBT -, com sede no Rio de Janeiro. Ele morreu em Santos, no ano de 1977.

São três os gêneros básicos da trova: Trovas líricas – Falando dos sentimentos, amor, saudade; Trovas humorísticas (satíricas) – São as que fazem rir, engraçadas, tem bom humor; Trovas filosóficas – Contendo ensinamentos, pensamentos.

A trova chegou ao Brasil com o os portugueses, continuou com Anchieta, Gregório de Matos, intensificou-se com Tomaz Antonio Gonzaga, Claudio Manuel da Costa, com os românticos – Gonçalves Dias, Casimiro de Abreu, Castro Alves, com os parnasianistas – Olavo Bilac, Vicente de Carvalho e com os modernistas – Mário de Andrade, Manuel Bandeira e Carlos Drummond de Andrade.

Em um desafio a mim mesmo, fiz uma trova em homenagem a este dia, que está no início deste texto. E, para finalizar com melhor qualidade deixo duas belas trovas de Luiz Otávio.

“A trova tomou-me inteiro,
Tão amada e repetida
Que agora traça o roteiro
Das horas da minha vida!…”

“Toda noite ao me deitar
(por certo você reprova),
eu me esqueço de rezar
e fico fazendo trova.”

Referências:

http://www.cultura.gov.br/feed-geral/-/asset_publisher/G7Zpw3dqBUVE/content/dia-do-trovador-destaca-tradicao-poetica-brasileira/10883?redirect=http%3A%2F%2Fwww.cultura.gov.br%2Ffeed-geral%3Fp_p_id%3D101_INSTANCE_G7Zpw3dqBUVE%26p_p_lifecycle%3D0%26p_p_state%3Dnormal%26p_p_mode%3Dview%26p_p_col_id%3Dcolumn-2%26p_p_col_count%3D2

http://guiadoscuriosos.uol.com.br/categorias/5481/1/dia-do-trovador.html

https://www.portalsaofrancisco.com.br/calendario-comemorativo/dia-do-trovador

https://nuhtaradahab.wordpress.com/2011/07/18/luiz-otavio-trovas/

PENSO LOGO LEIO! LEIO LOGO PENSO! Nº 7

Entre as primeiras leituras autônomas de uma pessoa, certamente estão histórias em quadrinhos ou gibis, e entre as mais conhecidas e mais importantes estão as histórias de Maurício de Sousa com a sua Turma da Mônica. E, entre as principais publicações e os principais discursos e pensamentos filosóficos atualmente no Brasil estão os escritos e as falas de Mario Sergio Cortella.

Agora a filosofia e os problemas sociais e cotidianos podem ter uma reflexão muito mais acessível a todos e, principalmente ao público infanto juvenil. Com o livro “Vamos Pensar um Pouco?” de Cortella e Mauricio de Sousa é possível pensar sobre diversos temas e sempre desdobrando em um ensinamento, um aprendizado. Além disso, as ilustrações da Turma da Mônica trazem leveza e alegria para as discussões dos variados assuntos, e  também mostram que essa ‘turma’ está cada vez mais se reinventando.

vamos pensar

Os autores afirmam instigar e estimular o pensamento é nobre, ainda mais nos tempos atuais. Vamos pensar um pouco? Dá para notar que esse é convite muito diferente de vamos pensar pouco? …. Esse um faz toda a diferença! Na vida cada um faz toda a diferença, mas não basta ser apenas um; pensamos melhor quando pensamos em turma, e, melhor ainda, acompanhados da Turma da Mônica, que nos anima a pensarmos mais, com persistência e alegria, com generosidade e liberdade, com inventividade e criatividade. Esse é o principal motivo que juntou o desenhista (como o nosso genial Mauricio gosta de ser chamado), pai da turma, e o filósofo (Cortella), fã da turma, fazendo com que a arte da ilustração e arte da filosofia se encontrem para dialogar com quem acolhe esse convite.
Definitivamente é um livro de filosofia para qualquer idade!
Referências:

PENSO LOGO LEIO! LEIO LOGO PENSO! Nº 6

Paulo Leminski foi um artista das letras, ou como muitos dizem um poeta multimídia, pois atuou em muitas áreas: poesia, prosa, tradução, publicidade, artes gráficas, quadrinhos, TV, música popular e, além disso, professor e faixa preta em judô. Esse poeta curitibano foi e ainda é uma grande referência na literatura, na música, na linguagem, enfim, na arte e cultura paranaense e brasileira.

exestranho

O livro “O ex-estranho” é uma publicação póstuma que faz parte da coleção Catatau, de 1996, e teve a organização e seleção de Alice Ruiz S., que foi esposa do escritor e de sua filha Áurea Leminski. É uma reunião de poemas inéditos até então, incluindo alguns poemas de amor endereçados à esposa, e colocados em destaque.

Este “é um livro eclético que reúne as principais características da poesia de Leminski, o caráter nipônico, o concretismo (ainda que de forma breve), o religioso e o pop. Porém majoritariamente o livro reúne outra característica leminskiana; o pessimismo.”

Uma curiosidade é o título, que surgiu do livro “La vie en close”(que também vale a leitura), a expressão ‘ex-estranho’ está presente no poema ‘Ópera Fantasma’ e também é título de outro poema.

Enfim, se você gosta de poesia, de literatura e de ser capturado por formas e linguagens e ainda compartilhar ideias únicas e sempre atuais, não deixe de ler esse pequeno grande livro!

Referências:

https://www.livrariacultura.com.br/p/livros/literatura-nacional/poesia/o-ex-estranho-86654

https://www.trabalhosfeitos.com/ensaios/Ensaio-Sobre-o-Ex-Estranho-Leminsk/42551044.html

Um Planeta Desconhecido

Fazia uns minutos que Jensen estava olhando para as crianças, esperando que elas fizessem silêncio. Algumas delas perceberam a intenção do rapaz e começaram a se calar e pedir as outras que ficassem quietas também. Todos estavam sentados no chão, em cima de um tapete quente, perto da lareira, por causa do frio que fazia fora do chalé, acharam que era uma boa ideia acender o fogo. Porém, as crianças estavam impacientes, queriam brincar lá fora,mas tinham que ficar ali dentro, por ordem de seus pais, já que eles foram às compras. Jensen era irmão de um dos pequenos e ficou encarregado de cuidar das 5 crianças bagunceiras. Estava impaciente com tantos pedidos para sair que decidiu contar uma história. Ninguém parecia interessado naquilo, mas decidiu que tentaria mesmo assim. Sentou-se no chão em frente a elas.

Assim que todos estavam com os olhos fixados em Jensen, ele falou:

— Bom, o que vou contar a vocês é uma lenda antiga de um povo desconhecido. A história  foi escrita em um diário muito velho contando como foi que uma mulher viajou a um mundo desconhecido através de um portal! — fez uma pausa e esperou por alguma objeção ou algum tipo de pergunta. Nada aconteceu. Pigarreou e então continuou:

“Célia era uma mulher comum, com uma vida como todas as outras pessoas na pequena vila da Clareira. Era uma padeira incrível, com doces e pães maravilhosos que todos ali nunca deixavam de comprar, além disso era uma ótima escritora, inventando diversos tipos de histórias para, quem sabe, lançar algum tipo de livro no futuro. Também contava algumas delas paras as crianças daquele local. Todos a adoravam. Os pequeninos um pouco mais, pois, sempre podiam contar com alguma contação e alguns bolinhos. Os outros moradores, após o trabalho, as vezes sentavam-se também para ouvir e comer juntos com elas. Era relaxante e os dias seguiam dessa maneira. Ninguém se cansava. Mas um dia, algo incomum aconteceu.

A padeira estava em seu quarto, escrevendo uma nova história, tão concentrada que nem prestava atenção enquanto seu gato bagunçava pela casa. Sempre fora muito focada. Quando ela terminou o primeiro capítulo, Célia estranhou, estava tudo muito silencioso. Pensou que talvez o Trigo, seu gato, tivesse dormindo, cansado da agitação. Foi verificar e o encontrou jogado no sofá. Voltou ao seu quarto, mas ao abrir a porta, se assustou. Havia pequenos pontinhos brilhantes pela escuridão, era tão intensa que parecia ter entrado dentro de uma grande caixa. Virou-se para correr e viu uma enorme esfera rochosa se aproximando, apavorou-se e começou a cair sem parar numa escuridão total. Tudo que havia de luz eram os pontinhos brilhantes espalhados. Enquanto caia, gritou sem parar e rodopiou no ar, então avistou uma poeira brilhante e colorida se aproximar rapidamente. Lembrou-se dos livros de Astronomia e reconheceu a nebulosa. Estava sendo engolida por ela. “

 

Jensen fez uma pausa. Correu até a cozinha trazendo garrafas de água para cada um. Bebeu um grande gole e respirou um pouco antes de continuar. Certificando-se que todos estavam atentos a história.

“Ela acordou. Se viu jogada no chão em meio a muita poeira e pedras. Levantou assustada, se surpreendendo com a visão que teve do lugar. Em sua volta haviam gramados, rochas, montanhas enormes e árvores, todos com cores nunca vistas antes. Ela era incapaz de descrever. O céu era surreal, de uma coloração rosada, com um grande corpo celeste que não se via sua forma toda, estrelas por toda parte e o sol, bem, não era o sol como estava acostumada, seu fogo era azul e seu tamanho era maior. Sentia que o ar daquele local parecia ser mais leve e limpo, mesmo não sabendo como aquilo era possível. Aves voaram por cima de sua cabeça, se perdendo entre as árvores. Espécies que Célia nunca havia visto nos livros. Andou até onde começava o gramado e o tocou, sentindo que era muito macio como um cobertor. Avistou alguns animais correndo, tão esquisitos quanto o local. Caminhou até eles, assustando-os. Percebeu, também, que havia um lago por ali, com águas tão cristalinas, que tornavam possível enxergar todo o fundo. Peixes estranhos, pedras e algas, estas eram semelhantes com as dos livros, mas com as cores exóticas. Agachou-se e bebericou aquela água, sem saber se era ou não perigosa.

Era igual a água do rio da vila ou qualquer outra, porém estava muito refrescante.

Célia sorriu, riu, pulou, correu, se jogou no chão e rolou, jogou água para cima, molhando-se, e bebeu mais ainda. Estava impressionada com o que tinha descoberto, seja lá como e onde fosse. Era um mundo único e muito belo. Tinha que contar a todos. Principalmente as crianças! Iria escrever histórias sobre aquele mundo! E por isso mesmo, decidiu explorar mais. Correu para lá e correu para cá, descobrindo flores tão cheirosas que dariam ótimas essências, frutas tão gostosas que seriam caras demais caso fossem vendidas, rochas tão brilhantes que poderiam ser consideradas pedras preciosas e animais tão exuberantes que poderiam ser uma grande atração em algum safari. Ela queria ter uma câmera naquele momento para registrar tudo, desde os grãos de terra até a maior das coisas.

Passou-se um tempo e a mulher continuava a andar por tudo, descobrindo cada detalhe, anotando mentalmente para passar tudo para o papel. Não podia esquecer de nada. Continuou a caminhar e se embrenhar entre as árvores, conhecendo os insetos, que eram grandes demais com os quais  estava acostumada, avistando rios, sempre pausando a exploração para beber. Gostaria de levar um pouco dela para todos experimentarem o quanto era fresca. Seguia mais e mais, descobrindo a quantidade impossível de espécies diferentes de fauna e flora no mesmo lugar, coisa que nem mesmo a Amazônia podia se comparar. Era incrível! Porém, o que lhe chamou mais atenção foi um grande buraco a frente, onde a floresta acabava. Se aproximou com todo cuidado,e percebeu que ele atravessava o planeta, mostrando mais estrelas, meteoros e uma nebulosa ao fundo. Célia sentiu-se  um pouco assustada. Se algo caísse ali, o que aconteceria? Ela pegou uma pedrinha colorida e jogou. A pedra foi engolida numa velocidade impressionante e a perdeu de vista. Pegou uma outra, um pouco maior e mais chamativa. Se preparou para repetir o movimento, quando ouviu algo e se virou. Um vulto passou correndo por entre as árvores. Se levantou, assustada. Tinha alguém ali? Não esperava por essa. Não havia pensado na probabilidade de existir humanos ali. Que forma eles teriam? Seriam como os humanos? Normais? Viu o vulto de novo, dessa vez pareceu avançar devagar e então, do outro lado, algo correu. Eram dois? Se desesperou. Estava sozinha num local desconhecido, sem saber o que podia acontecer. Como sairia dali? Só agora percebeu. Algo pulou de um lado, fazendo ela saltar para trás. Era um animal que a fazia lembrar de um lobo. Suspirou, aliviada. Era apenas um animal. Sim, só podia ser, afinal, parecia não haver vida humana por ali, mas, algo correu por trás do “lobo”, carregando uma tocha, com um fogo lilás. Voltou a ficar nervosa. Ela agora ouvia barulhos das plantas se movendo, percebendo que estava ventando pela primeira vez, fechou os olhos por alguns segundos, sentindo a brisa e o cheiro das árvores invadirem suas narinas. Ao abrir os olhos, gritou ao mesmo tempo que pulava para trás e escorregava entre as pedrinhas. Precipitou-se no buraco. Ela esquecera que estava atrás da fenda e cairá rapidamente enquanto olhava para aquela forma coberta com um capuz negro. Gritou, desesperada, parecendo pior que na primeira vez. Novamente, seguiu rápido em direção a nebulosa, sendo engolida pela poeira cósmica.”

 

O rapaz fez uma longa pausa,percebendo que as crianças estavam ao mesmo tempo  assustadas e curiosas. Dylan, seu irmão, começou a fazer perguntas:

— Mas o que aconteceu com ela? Ela foi para um outro mundo? Quem era a forma? Era uma pessoa ou um extraterrestre?

As outras crianças o imitaram, fazendo as mesmas perguntas, questionando tudo entre si. Jensen se divertiu com a curiosidades deles, então ergueu a mão, pedindo silêncio.

— Calma aí! Ainda não terminei a história, depois que acabar, aí vocês podem questionar e imaginar o que foi que houve. — Piscou para elas. Maria, sua prima, pediu que continuasse rápido, pois estavam loucos para saber o desfecho. Ele obedeceu.

 

“Célia acordou assustada, gritando, em cima da sua escrivaninha. Ela olhou ao redor e se viu no quarto, normal como sempre fora. Correu pela casa como que para ter certeza e voltou ao quarto, viu Trigo, deitado em sua cama, olhando-a com curiosidade. Sem saber o que havia acontecido, a mulher pegou seu caderno com as anotações da história que estava escrevendo antes de tudo aquilo. O primeiro capítulo estava incompleto. Percebeu que tudo fora um sonho. Nunca tinha ido para lugar algum, imaginara tudo aquilo. Sentiu vontade de chorar. Tinha sido algo inédito e teria tido tanta coisa para contar às crianças. Histórias para seus futuros livros. Jogou seu caderno com força na mesa, derrubando algumas coisas. Um barulho alto soou no quarto e Trigo correu até o chão, com os olhos marejados ela viu que o gatinho estava cheirando algo brilhoso no chão. Se aproximou e sorriu, como nunca antes. Era a pedra que segurava, antes de cair. Ela realmente estava ali, em seu quarto. A pegou e a examinou como que para ter certeza que era a mesma. Assim que confirmou foi atrás de papel e caneta para começar as anotações.”

— Acabou? — perguntou Thomas — Ela realmente foi para lá?

— Esse lugar realmente existe? Eu queria muito conhecer o lugar! — exclamou Dulce e olhou para Gustavo — Será que a gente consegue ir pra lá?

Antes do garoto responder, os outros se juntaram a ele e conversaram animadamente sobre a possibilidade de irem e como. Sobre que formas existiam ali e como eram as cores nunca vistas. O sol azul, a água cristalina com pedrinhas coloridas. Inventaram alguns nomes estranhos e mistura de animais, flores e plantas que só crianças eram capazes. Jensen apenas observava todo aquele alvoroço, feliz por vê-las tão curiosas, e percebendo o quanto eram criativas. Estavam tão entretidos que não perceberam quando seus pais chegaram.

Eles correram até eles, ajudando com as compras e contando a história, fazendo perguntas se aquele lugar existia mesmo. Quando o pai de Dylan e Jensen entrou, notou a agitação e disse:

— Acho que foi uma boa ideia ter trazido o telescópio para cá.

As crianças gritaram felizes, correndo para o terraço, esperando, impacientes, que montassem o telescópio. Passaram boa parte da noite ali, observando o céu, imaginando onde aquele planeta desconhecido e lindo estaria.

 

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Texto escrito pela amiga Kami Alves que foi convidada a escrever para o blog Quarto Minguante no dia em que eu publicaria e agora, trago a linda história dela para o universo da Insanidade Lúcida.

 

Avante

 

O tambor ressoa na batalha

Gritos e mais gritos no ar ecoam

Os raios rompem o céu e sobrevoam

O sangue a cada golpe que se espalha.

 

Mulheres e crianças, queima a palha

Os bardos os teus feitos nos entoam

Canções sobre teus barcos não enjoam

Pois sobre a nau cristã te desencalha.

 

Bebeis, guerreiros, com teus deuses

Pois teu grande destino se desata

De encontro com teus filhos sem reveses

 

A guerra, guerreiros, a guerra

O teu rei o ódio em ti então desperta

Para crescer em outro lar, uma nova terra.

 

Texto escrito por um grande amigo, Jorge Inácio Dotti

e também publicado no blog Quarto Minguante

A Procura de um Calmante

Após a tempestade

Vem a calmaria…

Depois vem o céu ensolarado,

Uma tarde nublada,

Um gélido crepúsculo

E uma noite quente!

 

O clima abafado

Traz chuva forte na certa!

Mas logo o Sol brilhante

Revela um arco íris cintilante

Ao fundo de uma calorosa garoa

Em meio a um vento frio que atordoa.

 

Bruce estava armado,

Com guarda chuva, chinelo e camiseta…

Na incerteza das mudanças, preparado,

De chapéu, galocha e jaqueta…

Estava, mas não queria manter-se irritado,

O jeito foi ir à farmácia para alcançar sua meta.

 

Poema publicado também no blog:

Quarto Minguante